segunda-feira, 18 de março de 2013

Misteriosas Marcas Em Marte




As marcas de Marte
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Desde que o ser humano conquistou o espaço, diversos estudos em busca de vida extraterrestre e novos planetas para exploração foram feitos, um dos lugares que mais recebeu a atenção dessas sonda-voyager1pesquisas é o planeta vermelho que fica bem próximo ao nosso, afinal no futuro ele até pode vir a ser uma morada alternativa ou uma fonte de recursos.
Durante muitos anos as pessoas sempre imaginavam Marte como um planeta com vida, cheio de pequenos marcianos verdes, mas alguns satélites e sondas enviadas até lá não encontraram nada, porém algo bastante estranho foi encontrado pela Universidade do Arizona, que analisou algumas imagens do lugar.
Duas fotos tiradas, com quase dois anos de diferença entre elas, revelaram algo curioso. Estaria alguém ou alguma coisa apagando seus rastros?
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Podemos ver claramente nas duas imagens que havia uma espécie de trilha clara, porém alguns meses depois ela sumiu. Alguns pesquisadores disseram que elas sumiram pelo fato da
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movimentação de partículas ter coberto os rastros durante esse tempo, mas se essas partículas cobriram aquelas marcas que pareciam bem profundos, porque todos os outros sinais na volta continuam exatamente iguais?

Olhando as imagens com atenção é possível notar que praticamente a única coisa que mudou nelas foi o tal rastro, pois as outras marcas não mudaram em nada, bastante estranho, pois a poeira não taparia só uma pequena parte do lugar… O mistério que fica é quem ou o que está apagando os rastros em Marte? Talvez tenhamos companhia bem próxima e não sabemos.

Experimentos Científicos Macabros!


Acho que todos vocês já ouviram falar dos famosos cientistas loucos, não é mesmo?
Felizmente, essa fantasia de gênios que criam coisas assustadoras para fazer mal à humanidade fica só em livros e filmes – pelo menos parcialmente.
Em parte porque sim, eles existem, mas não são do tipo Frankenstein ou algo parecido, eles apenas fazem experiências bizarras e assustadoras.
Abaixo, mostraremos alguns cientistas com tendências malucas, confira:

Levando tiros para garantir experimentos aos cientistas
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John Deering foi preso e condenado à morte por matar uma pessoa durante um assalto. Quando estava da prisão uns cientistas malucos o ofereceram ser cobaia de um experimento. Já que ele ia morrer mesmo, nada melhor do que ser útil para a humanidade, não é mesmo? Acho que esse era o pensamento dos cientistas.
A proposta era monitorar os batimentos cardíacos de John enquanto ele levava alguns tiros. Interessante?
Em outubro de 1938 ele teve equipamentos eletromagnéticos instalados em seu peito e levou 5 tiros de atiradores profissionais da cidade de Salt Lake, Estados Unidos.
Segundo os especialistas a pesquisa foi boa para registrar o efeito do medo e a influencia dele nos batimentos cardíacos.
Os cientistas afirmaram que os batimentos de John foram de 72 bpm para 180 bpm.

Testando a safadeza do peru
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Dois estudiosos, sem noção, da Universidade da Pensilvânia, decidiram fazer uma pesquisa para saberem qual é o menos estímulo preciso para excitar um peru.
De inicio eles usaram uma perua e ele manifestou interesse. Depois eles foram removendo algumas partes do corpo do animal e o resultado continuava o mesmo. Até que os pesquisadores colocaram só a cabeça da perua em um palito, mas para o peru isso não fez a menor diferença, ele ainda quis se “agarrar” a ela. Traduzindo… Peru safado!

Cachorro de duas cabeças
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Esse é o mais terrível de todos. Em 1954, o maluco Vladimir Demikhov, decidiu implantar uma cabeça de outro cachorro no pescoço de um pastor alemão. A monstruosidade marcou muitas pessoas e era quase impossível acreditar que Vladimir tinha feito algo tão assustador.
A URSS comemorou muito e afirmou que seus médicos eram superiores por terem feito tal experimento, mas dos 20 cães operados, todos morreram rapidamente.

Transplante de cabeça em um macaco
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Depois de ver que o cientista russo criou o cachorro de duas cabeças, pesquisadores americanos decidiram entrar na briga. Foi quando Robert White removeu a cabeça de um macaco e implantou em outro corpo.
O animal acordou e seguiu o pesquisador demonstrando raiva no olhar. Pena que ele só sobreviveu 36 horas e não pode se vingar…

Dando choque em defuntos
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Em 1780, depois que cientistas descobriram que a eletricidade fazia os membros de um sapo morto se mexerem, eles decidiram tentar o mesmo em cadáveres humanos.
Giovani Aldini percorreu a Europa apresentando shows bizarros, onde ele aplicava polos de uma bateria de 120 volts no corpo de alguns defuntos.
Acreditem ou não, Giovani colocou os fios elétricos no reto e na orelha do cadáver, rapidamente o morto se balançou inteirinho. A impressão é de que ele estava se ressuscitando. Em outra tentativa, ele colocou os fios na boca e em uma das orelhas do defunto, e os músculos se estremeceram e o olho esquerdo ficou aberto.
Mas nada de voltarem a vida…

Nada como beber vomito pela ciência
Vírus
Stubbins Ffirth tentou por muito tempo provar sua teoria de que a febre amarela não era contagiosa.
Engraçado que para provar seus ideias, ele decidiu se expor a doença. Stubbins fez cortes em seus braços e jogou vomito com sangue dos portadores da doença. Depois pingou gotas do vomito em seus olhos e inalou o vapor da mesma substância.
Por incrível que pareça Stubbins continuou saudável, mas hoje sabemos que ele estava muito enganado. E que se ele tivesse colocado o vomito na corrente sanguínea teria sido contaminado. De qualquer forma ele ter sobrevivido foi um milagre!
E você, que experimento maluco teria coragem de fazer?